"QUEM TEM CRISTO COMO COMANDANTE, NAVEGA SEMPRE EM ÁGUAS TRANQUILAS"

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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Ovos brancos - Micoplasmose e outras causas.












Dra. Stella Maris Benez (Médica Veterinária Homeopata)
Extraído do site da Amgercal

      O maior número de reclamações dos criadores de pássaros durante a fase de reprodução é a incidência de ovos brancos. Inúmeras são as causas dos altos índices de ovos brancos. Dentre elas podemos incluir causas ambientais, nutricionais, infecciosos e de manejo.
      Iremos desenvolver algumas considerações sobre a prevenção e correção das causas do ovo branco, dando maior enfoque para os efeitos nutricionais e infecciosos, promovendo maior rendimento, maior produção e maior segurança para a saúde dos criatórios de aves.

Causas Ambientais - soluções

     O ovo mantido em ambiente com ar de má qualidade absorve através dos poros a sujeira, os gases nocivos e os microorganismos patogênicos para o embrião. O embrião morre antes do sétimo dia da incubação, fazendo com que o criador fique confuso no diagnóstico de fecundação.  
       As causas ambientais e suas soluções são:
· Ventilação insuficiente - procure abrir janelas na parte de baixo do criatório, usar tela ou invés de vidro nas janelas, conter vento com cortinas.
· Renovação do ar insuficiente - fazer saídas de ar nos pontos mais altos da sala de criação, ou nas paredes opostas a entrada de ar, exceto na parede voltada para o Sul. Fazer sempre saídas altas de ar .
· Qualidade baixa do ar - veja renovação de ar, mantenha limpeza do criatório diária.
· Ausências de saídas de ar - o ar quente sobe, juntamente com partículas de sujeira e microorganismos, dificultando as trocas de ar.
· Sujeira em excesso - Procure trocar ninhos sujos, bandejas com odor forte, bandejas úmidas e fétidas.
· Trocas de bandeja inadequadas - Troque as bandejas pelo menos 1 vez por semana. Não acumule papéis sobrepostos nas bandejas.
· Varredura de penas - Procure usar aspirador de pó para limpeza do criatório, pois faz pouco pó.
· Excesso de pó na criação - use aspirador de pó, ou molhe o chão antes de varrer. Use uma bisnaga de água que faça uma pulverização fina sobre a sujeira.
· Mudanças bruscas de temperatura - fora do controle dos criadores, as alterações bruscas de temperatura podem causar baixa fertilidade no macho, morte embrionária na primeira semana da incubação e perda "da libido", ou seja , os reprodutores não ficam mais fogosos.
Causa de Manejo
      O ovo se contamina no meio ambiente através dos poros. Microorganismos da mão dos tratadores e dos criadores podem contaminar o embrião. Da mesma forma como descrita anteriormente, o embrião morre antes do sétimo dia da incubação, ou um pouco mais velho, fazendo com que o criador fique confuso no diagnóstico de fecundação ou perca a postura da fêmea no choco. As causas de manejo e suas soluções são:
· Ventilação dos ovos na espero do choco - deposite os ovos que aguardam a volta para o choco em algodão, ou papel toalha amassado ou papel higiênico amassado.
· Contaminação - Nunca coloque os ovos em espera sobre sementes, pois estas riscam a casca do ovo e seus fungos e bactérias entram através dos poros do ovo, matando o germe do embrião.
· Bactérias da mão das pessoas - Streptococcus e Staphylococcus são bactérias que existem nas mãos das pessoas, e que passam para a casca dos ovos, matando filhotes. Pesquisas revelam que foram a causa de morte de 85% de embriões de periquitos australianos. Causa a mesma morte em canários e outras aves. Use luvas ou pinças de plástico para segurar os ovos para ovoscopia e para o repouso antes do choco.
· Ovoscopia - choques térmicos e choques mecânicos matam os embriões. Cuidados com ovoscópios sem proteção térmica para apoio dos ovos para a leitura. Forre a borda com cortiça renovável ou espuma. Evite choques do ovo com o ninho ou com o ovoscópio, ou mesmo choques ao transportá-los.
· Medicações indevidas - as Sulfas causam ausência de produção de espermatozóides nos machos durante 30a40 dias, a chamada azoospermia. Nenhum ovo será galado nestas condições. Não use Sulfas para reprodutores próximo à fase de reprodução.
Causas Nutricionais

      As principais causas de ovo branco são as de origem nutricional:
· Desbalanceamento nutricional das farinhadas caseiras - fazer testes de bromatologia e suplementação das deficiências. Use farinhadas comerciais registradas. Exemplo a Farinatta Bianco, Farinatta Suprema e Farinatta Intensive Red.
· Falta de premix vitamínico, mineral e de aminoácidos nas farinhadas - Use premix nutricional para suplementação das farinhadas caseiras, exemplo, o Premix A e Premix B.
· Falta ou excesso de vitaminas - nestas condições os sintomas são semelhantes, e de difícil diagnóstico. A história da criação é a melhor forma de diagnóstico. Na falta de vitaminas acrescente premix na farinhada, ou vitaminas solúveis, exemplo Rovital-C, 5dias seguidos, com manutenção 1a3 vezes na semana.
· Falta de minerais - os ovos podem ficar frágeis, com casca porosa ou irregular, causando fraturas de casca, contaminações mais freqüentes, perda de fêmeas em acidentes na oviposição. Use Macromix, fonte de cálcio e fósforo nas farinhadas, use farinha de ostra na areia, use farinhadas balanceadas. Ele melhora a formação da casca dos ovos, prevenindo a ocorrência ovos de casca mole, aumenta a resistência do ovo à incubação. Promove contração sincronizada do oviducto, prevenindo a retenção de ovos virados nas fêmeas em postura. Previne a baixa postura.
· Ação do complexo de vitaminas - exemplo Rovital-C usado para manter e restabelecer a saúde dos com desgaste da reprodução e da cobertura nos machos, desgaste da postura e criação dos filhotes nas fêmeas, desgaste físico do desmame, calor e frio excessivos, variações bruscas de temperatura, deficiências nutricionais, todas causas de ovo branco. Tem grande indicação na reprodução para melhorar a fertilidade de fêmeas e de machos, e preparar os jovens reprodutores, age nos picos de produção de ovos.
· Deficiência de aminoácidos - exemplo metionina e lisina. Devemos acrescentar estes elementos quando do diagnóstico, são encontrados comercialmente como Metionina e Lisina. Exemplo de suas ações. A Metionina promove aumento no tamanho dos ovos das fêmeas em postura, aumento da fertilidade dos machos e melhora da eclosão dos ovos. A Lisina previne o canibalismo de filhotes e de ovos.
· Vitamina A encontrada na forma de Vitamin A atua em casos de baixa fertilidade.
· Vitamina E encontrada na forma de Vitamin E com Levedura seca de cana tem ação importante na reprodução. Previne a morte embrionária, a baixa eclosão dos ovos, a degeneração testicular dos machos.
· Biotina é uma vitamina encontrada como Vitamin H (Biotina) é indicada na baixa eclosão de ovos, morte embrionária.
· Levedo de Cana é um alimento natural rico em proteínas, minerais, vitaminas do complexo B (vitamina B1, B2, B6), bem como vitaminas do tipo ácido nicotínico, ácido pantotênico e ácido fólico, e quando usado de forma contínua, auxilia na reprodução das aves, colaborando com a ação das outras vitaminas importantes para a reprodução, citadas acima. Pode ser encontrado da forma pura ou agregado à outras vitaminas.
Causas Infecciosas

     As principais causas infecciosas de ovo branco são mycoplasmose e bactérias secundárias encontradas no meio ambiente ou na mão dos tratadores. O mycoplasma afeta os reprodutores de forma lenta, podendo se manifestar até 1,5 ano após a contaminação. Devemos utilizar medicações preventivas de forma estratégica nas fases críticas da criação.

· Mycoplasmose - causa infertilidade de machos (diagnosticada como ovos brancos), infertilidade de fêmeas, morte do embrião no ovo, principalmente antes da eclosão. Fraqueza de filhotes, morte de filhotes na primeira semana de vida. Para tratamento e prevenção da mycoplasmose e de suas conseqüências, existe um forma estratégica de prevenir a criação com o Nalyt H Fases, fazendo com que as aves recebem em cada fase crítica o medicamento que controla o desenvolvimento da infecção por este agente. O Nalyt 100 Plus é indicado para o tratamento de casos mais graves, para posterior entrada na fase de prevenção. Atua nos quadros de infertilidade infecciosa dos machos, reduzindo o número de ovos brancos. A prevenção pode ser feita com a linha Fases para muda de penas, reprodução, baby, que inclui o tratamento de filhotes na primeira semana de vida e no desmame.
· Nos filhotes a mycoplasmose age - controlando os agentes que acometem os filhotes na primeira semana de vida e na semana seguida ao desmame. Nestas fases os filhotes fiquem estressados, com queda de resistência, acarretando as grandes perdas da criação. A medicação preventiva reduz quadros de "pinta-preta", retenção de saco da gema, diarréia de ninho, riscos de sapinho, morte do filhote na primeira semana de vida, auxilia na reabsorção perfeita do saco da gema, reduz problemas respiratórios e a diarréia dos filhotes no desmame.
· Nos adultos a prevenção atua na infertilidade dos machos, na causa de ovos brancos, e de ovos não galados, na mortalidade do embrião e na bicagem do ovo.
· Pesquisas mostram que os bioflavonóides contribuem para o aumento da produção de ovos e sobrevivência dos embriões. No mercado encontramos o Prevent, que é um derivado de ácidos orgânicos de alta biodisponibilidade. Promove a manutenção da criação nos períodos de stress, estimula o sistema imunológico, melhora na produção dos ovos, auxilia na prevenção e no controle da Salmonelose e Colibacilose.
· Probióticos - são indicados para a formação de uma flora microbiana gástrica e intestinal saudáveis nos adultos, pois desta forma, quando regurgitarem o primeiro alimento para o filhote, estarão passando esta flora para formação nos filhotes. O ProbLac é um exemplo de probiótico, previne a diarréia de ninho dos filhotes, auxilia na redução da "pinta preta" e na retenção do saco da gema nos filhotes.

A melhor forma do criador evitar ou reduzir a formação de ovos brancos é a realização de exames dos ovos e dos reprodutores na época da postura, e organizar um programa de prevenção na criação, que inclui desde a desinfecção do ambiente de criação, até o fornecimento das medicações preventivas e mesmo curativas para todo o plantel. O esquema de prevenção com medicação não pode falhar em nenhuma ave, pois aquelas que não participam da prevenção podem se tornar portadoras caso estejam com o agente. Procure identificar e corrigir todos os pontos descritos neste artigo, para que possa minimizar os riscos de ovos brancos na criação.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Ovoscópio

      A ovoscopia é o processo de verificação da presença ou não da formação do embrião dentro do ovo em questão. É realizado pela maior parte dos criadores e tem 100% de sucesso, excluindo o caso de morte embrionária, onde o ovo está fértil porém o desenvolvimento do embrião acaba sendo prejudicado por algum outro agravante.

     O criador que aplica o método da ovoscopia em seu plantel, tem como vantagens, saber da situação atual do ovo examinado, e desta maneira, poder retirar os ovos "não férteis" da fêmea para que ela reinicie uma nova postura sem se desgastar. Ao meu ver não há desvantagens quando o assunto é a ovoscopia.

     Este tipo de Bricolage pode ser feito de uma maneira muito fácil, e o processo de verificação da fertilidade é extremamente simples, sem segredo algum.
Os materias usados para a construção de um ovoscópio são:

→ Madeira
→ Lâmpada incandescente de 40 a 100 Watts
→ Fios→ Interruptor de campainha
→ Papel vegetal

O método para a construção é o seguinte:


→ Para começarmos com nossa bricolage, cortamos as madeiras com as devidas proporções de medida: área de 0,04 m² na base e no topo de madeira, com expessura de 1 cm. Altura de 30 cm e madeira com expessura de 1 cm.

     Desta maneira obteremos um retângulo, e a caixa estará montada. Agora, basta fazermos as instalações elétricas com a lâmpada na direção vertical, sentido de baixo para cima. Feito isto, recobrimos a parte de dentro com papel vegetal não deixando frestas, para uma melhor reflexão da luz. Após feito todo esse processo, fechamos a caixa e fazemos um furo na parte central superior de aproximadamente 1 cm de diâmetro para colocarmos o ovo e constatarmos a presença ou não do embrião como na figura ao lado. Está pronto nosso ovoscópio e podemos então começar a fazer a ovoscopia.

     Para quem não está afim de fazer um ovoscópio, também existe o produto pronto para venda em um preço bem acessível na loja virtual Terra dos Pássaros.



     Lembrando que é aconselhável realizar a ovoscopia entre o 5º e 8º dia após a fêmea ter começado a incubação.
 

Novas aves


     Estive na minha cidade e adquiri mais duas fêmeas vermelho intenso para completar o meu plantel. Este ano vou iniciar a época de cria com 21 casais.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Feliz Pascoa


Desejo a todos amigos  e seguidores uma Feliz Páscoa!

Uso do Ivomec

IVOMEC MOCINHO OU VILÃO....

Rodrigo Silva Miguel
É médico veterinário e Criador de aves ornamentais - CCCC - 293
Ivomec® : Mocinho? Vilão? Ou outra vítima de mau uso???

l- Introdução
     O uso do Ivomec na criação de aves ornamentais começou como o de vários outros medicamentos, como antibióticos, antiinflamatórios, etc.: com adaptações de fármacos produzidos para mamíferos como cães, bovinos e até mesmo humanos, ou da avicultura de produção, onde considerando-se os pesos das aves, as doses são altíssimas.
      A rigor esta atitude não é condenável pelo fato de que naquela época e até mesmo hoje haver uma carência de medicamentos específicos para passeriformes. Essa prática pode e até deve continuar por facilitar o tratamento de nossas aves, porém, se algumas observações básicas não forem feitas, isso pode levar ao fracasso, o melhor plantel do mundo.
     A ivermectina (Ivomec está no mercado desde 1981 e até hoje é um dos antiparasitários de maior sucesso no tratamento de endoparasitas (nematóides), ectoparasitas (ácaros e piolhos sugadores). Isto se deve por sua ação particular no sistema nervoso (GABA) dos parasitas, o que dificulta o aparecimento de resistências. 
     Por essa capacidade de ação no sistema nervoso, começou-se a estudar uma possível ação, do fármaco no sistema nervoso dos hospedeiros (aves, bovinos, cães, etc.). detectando-se alguns efeitos colaterais em algumas raças de cães e também em animais que receberam superdosagem. Esses efeitos colaterais variam de incordenação motora e tremores transitórios, perda de fertilidade por algum tempo em mamíferos até mortes em alguns casos.
     Devido à carência de estudos a respeito do uso e efeitos colaterais de ivermectina em aves, decidimos desenvolver um trabalho específico, em conjunto com o departamento de Farmacologia, Toxicologia e Patologia da USP, patrocinado pelo CNPq. Este trabalho ainda está em andamento sob os estudos da Dra. Camila G. Pontes (formanda da USP), e a cada nova fase, mais subsídios são somados aos resultados demonstrados a seguir:

II – Objetivos
     A intenção de se tratar à ação e os possíveis efeitos colaterais da ivermectina em aves teve como principais objetivos confirmar a eficácia da dose recomendada no tratamento de endo e ectoparasitas, determinar os efeitos na reprodução (número de ovos, ovos brancos, morte embrionária e viabilidade de filhotes), além de fixar o que seria uma superdosagem prejudicial às aves.
    Foram usados 36 casais de manons (Munia demonstica) em gaiolas separadas onde observou-se por 2 ninhadas os parâmetros reprodutivos acima indicados. Os dados foram anotados e logo após essas duas ninhadas. os casais foram divididos em quatro grupos para a administração da droga.
Grupo 1 - Controle injetado apenas propilenoglicol* (diluente)
Grupo 2 - Machos tratados com Ivomec
Grupo 3 - Fêmeas tratadas com Ivomec
Grupo 4 - Casal tratado com Ivomec

     
A aplicação foi feita na dose de 0,01 ml por kg de peso vivo (dose recomendada na literatura) por via intramuscular peitoral. Para conseguir um volume significativo para a aplicação houve necessidade de diluição do Ivomec em propilenoglicol. Observou-se a reprodução e na análise das ninhadas houve um aumento na produtividade (número de ovos e de filhotes) explicado pela desparasitação das aves.
     A partir desta constatação começamos a aumentar as doses na ordem de 10 vezes para cada ninhada onde começaram a aparecer alterações reprodutivas como queda do número de ovos e/ou queda de fertilidade (ovos brancos).
Hoje o experimento continua e já está em uma dose bastante elevada sem apresentar sinais clínicos de efeitos nas aves, a não ser diminuição da reprodução.

III - Conclusões
1 - Confirmou-se à eficácia do Ivomec no tratamento de endo e ectoparasitas das aves ornamentais.
2 - Confirmou-se a dose recomendada e a ausência de efeitos colaterais tanto nas aves quanto na sua reprodução nessas condições.
3 - Confirmou-se o efeito prejudicial se usado em dose errada ou de forma continua.
4 - Em dosagens muito elevadas pode provocar convulsões, tremores, cegueira e até morte.
5 - É o medicamento de maior eficácia para o tratamento de ácaro de traquéia e com os resultados rápidos.
6 - Pela dificuldade de diluição a campo, foram feitas algumas adaptações como colocar uma gota de seringa de insulina na musculatura do peito, ou usar a formulação Pour-on (azul) pingando no bico ou na nuca da ave.
7 - Seguindo essas formas de administração, não se consegue atingir doses prejudiciais podendo ser usado com segurança tanto para a ave quanto para a sua reprodução.
8 - O único cuidado deve ser com a época e a freqüência de administração do Ivomec, que deve ser determinada pelo veterinário responsável pelo plantel de acordo com a espécie, época de reprodução e grau de parasitismo.

IV - Considerações Finais
     Esses dados foram extraídos de trabalho científico realizado por nós dentro da faculdade de Medicina Veterinária da USP e confirmados na prática em nossa criação situada no município de Batatais, São Paulo, onde tratamos diferenciadamente 3000 matrizes de 28 espécies . 
ESTE POST FOI RETIRADO DO NOSSO AMIGO VIEIRA, CÁNARIOS VIEIRA,SEGUE O LINK DO BLOG DO NOSSO AMIGO E CRIADOR VIEIRA.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Doênças mais comuns em canários

1 – ENTERITE
Sintomas: Dores abdominais, diarreia, plumas da cloaca sujas pelas fezes, estrias desangue. Abdômen duro, vermelho violeta. Pára de cantar. Tem muita sede. Emagrecimento rápido.
Tratamento: Dependendo da causa: Vermífugos, coccidiostáticos, antibióticos, antimicóticos. Eliminar as verduras. É útil a administração de 2 gotas de Aderogil no bebedouro de 50 cc.

2 - INDIGESTÃO / CONSTIPAÇÃO
Sintomas: Ventre inchado. Fezes duras, cloaca inchada e de cor vermelha. Dificuldade de evacuação.
Tratamento: Dar no bico 2 gotas de óleo de parafina. Introduzir, prudentemente, na cloaca um pouco de azeite de oliva. Administrar verduras, maçã e infusão de tília para beber. 

3 – COLIBACILOSE
Sintomas: Sonolência. Falta de apetite. O pássaro se retira para um canto da gaiola. Diarréia esverdeada que deixa as penas ao redor da cloaca sujas. Vômitos freqüentes de alimentos misturados a uma substância e a um fluido esverdeado. Nesses casos a mortalidade é muita elevada entre o primeiro e o segundo dia.
Tratamento: Dentre outros, mencionamos: Zooserine, quemicetina solúvel, Cloranvex e Gentamicina (colírio 1 gota no bico). A medicação deve ser oferecida conforme a bula.

4 – SALMONELOSE
Sintomas: Na forma fulminante o pássaro se retira para um canto da gaiola e fica a dormir, com as penas soltas, asas caídas e com a respiração ofegante. Morte repentina. A parasitose em forma fulminante tem incubação de 1 a 3 dias.
Tratamento: O mesmo descrito no item 3. Além desse, pode ser feito tratamento com sulfas (Vetococ, Neosulmetina, Coccirex). Nota: Durante a criação deve ser evitados o uso indiscriminado de produtos com sulfa, porque esterilizam o macho por 22 dias aumentando bastante o risco de complicações com Cândida.

5 - SALMONELOSE - Forma aguda incubação (3 a 5 dias).
Sintomas: Na forma aguda o pássaro pára de cantar. Falta-lhe vivacidade e o mesmo se retiram para o canto da gaiola com as penas eriçadas e os olhos semicerrados. Inapetência, muita sede e diarréia verde-amarelada. Cloaca suja de fezes, ventre inchado e respiração ofegante.
Tratamento: Além dos medicamentos indicados no caso precedente, dar sulfas com os cuidados recomendados. Os pássaros que conseguem ser curados ficam por via de regra, portadores de germes. 

6-STREPTOCOCOS
Sintomas: Sono contínuo. O pássaro se isola em um canto da gaiola. Cloaca suja pela diarréia. Emagrecimento rápido. Respiração ofegante. A cauda e as asas caídas. Aumento do ritmo respiratório, bico aberto. O pássaro pode, de tempos em tempos, emitir ruído agudo.
Tratamento: Durante 5 dias deve ser oferecido ao pássaro doente um dos seguintes produtos: 100 PS (vide bula), Tylan 200 (1 gota no bico). 

7 – TIFOS
Sintomas: Asas caídas, penas soltas e diarréia verde. Mortalidade muita elevada e rápida, entre 12 e 24 horas. Tratamento: O mesmo que os itens 3 e 5.

8 - HEPATITE. 
Sintomas: Falta de apetite ou fome exagerados. Manchas violáceas no ventre, com hipertrofia do lóbulo hepático.
Tratamento: Pro Livre (5 gotas no bebedouro) noz vômica, Antitóxico SM (vide bula), Epocler (10 gotas no bebedouro por 5 dias). Recomenda-se suspender a farinhada e manter somente alpiste e chicória.

9 - VARIOLA / BOUBA (forma aguda)
Sintomas: A princípio, não apresenta nenhum sintoma particular. O pássaro fica apático e se retira para um canto da gaiola com as penas eriçadas e respiração difícil. Na chamada forma diftérica o vírus provoca o aparecimento de pequenas placas como se fossem membranas branco amareladas na boca e nas vias respiratórias causando sérios problemas.
Tratamento: Neste caso a antibioticoterapia é geralmente ineficaz; a única ação válida é preventiva por vacinação. Existe à francesa "Kanapox" Rhone Merieux e a americana "Poximune C" Biomune Inc. 

10- VARÍOLA/BOUBA(forma crônica)
Sintomas: A princípio, a queda de pequenas penas ao redor dos olhos. As pálpebras engrossam. Pode parecer plefarite com secreção purulenta que fecha o olho. Lesões epiteliais típicas da varíola. Furúnculos com até 5mm de diâmetro, de cor amarelada/esbranquiçada cheios de líquido purulento. Por vezes eles se cobrem de uma membrana que parece casca e atinge com mais freqüência a fixação do bico junto à cabeça e cavidade interna do bico, faringe e ouvidos. As generalidades dos sintomas são aquelas da forma aguda.
Tratamento: A forma cutânea pode ser tratada com tintura de iodo ou mercúrio cromo em uma solução alcoólica a 3% ou Thuya. A Quemicetina (4 gotas no bebedouro) pode, em alguns casos, mostrar eficiência.
 
11 – CORIZA
Sintomas: Falta de vivacidade, anorexia, corrimento de cerume das narinas, que pode se tornar um ranho purulento, continuamente freqüente, com tosse. Respiração difícil. Mucosa congestionada.
Tratamento: Limpar as cavidades das narinas com algodão impregnado com
permanganato de potássio solução 1/1000. Dar um dos seguintes remédios 100 PS conforme a bula. Linco Spectrin 1 g em 1,5 L. de água, Tylan 200, 1 gota no bico. O tratamento deve ser mantido até o desaparecimento da doença.

12 - DOENÇA RESPIRATÓRIA (crônica) - D.R.C.
Sintomas: Dificuldade de respiração, espirros, corrimento nasal e ocular. Esta doença é bastante semelhante à coriza.
Tratamento: Tylan 200 (1 gota no bico), Linco Spectin (1g em 1,5 I. de água), Ofticor (2 gotas no bico). Tratamento de 1 semana.

13 - SINUSITE INFECCIOSA
Sintomas: Corrimento freqüente das narinas e dos olhos que ficam injetados com
inchação ao seu redor podendo apresentar pus. O pássaro não come e permanece com a cabeça embaixo das penas recolhido num canto do poleiro ou no fundo da gaiola. Esfrega, seguidamente, o bico contra o poleiro ou arame. Respiração difícil.
Tratamento: Lavar as narinas e olhos com água morna. Pingar 1 gota de Hidrossin em cada narina. Na água pode ser usado Auromicina Avícola, Vetococ, Tylan 200 ou Linco Spectin. A medicação deve ser oferecida conforme a bula.

14 – PNEUMONIA
Sintomas: Falta de vivacidade. Respiração difícil. O bico pode ficar com uma cor violeta. O pássaro coloca a cabeça para trás debaixo da asa. A cauda acompanha o ritmo respiratório. Febre, asas caídas, penas eriçadas.
Tratamento: Baytril ou Tylan 200 (1 gota no bico) Linco Spectin, Oftcor (2 gotas no bico). Reforçar a alimentação adicionando vitaminas na farinhada.

15 - AEROSACULITE
Sintomas: Respiração difícil e ruidosa com silvos pronunciados. Falta de vivacidade, o pássaro fica infértil e não canta.
Tratamento: O mesmo do item 14.

16- ASMA
Sintomas: Respiração difícil com acesso asmático muito intenso e freqüente. Queda do poleiro; morte por asfixia. Nos casos muitos graves, imobilidade, olhos entreabertos, penas soltas. Respiração acelerada intermitente com emissão do pequemos gemidos.
Tratamento: Administrar os mesmos medicamentos do item 14.

17 - MUDA ANORMAL
Sintomas: Muda de penas fora de tempo, irregularidade na formação das penas ou quedas contínuas.
Tratamento: Identificar e sanar o problema que pode ser: Mudanças bruscas de
temperatura; excesso de calor ou frio; local muito úmido ou muito seco; correntes de ar; mudança de alimentação; Stress; baixa luminosidade durante o dia; excesso de luminosidade artificial. Identificada à causa, administrar boa farinhada enriquecida com vitaminas e mineral diariamente.

18 - TEIGNE
Sintomas: manchas redondas ao redor das pálpebras, perto do bico ou ainda nos
ouvidos com formação de escamas seca.
Tratamento: desinfetar bem a gaiola, com Biocid. Aplicar com cautela pomada
antimicótica, Canesten.

19 - PARASITOSE EXTERNA
Sintomas: queda de plumagem, emagrecimento, anemia demonstrando as patas pálidas e olhar comprimidos.
Tratamento: desinfetar a casa 3 meses com Kil Red (20 g para 6 litros de água),
gaiolas, equipamentos e pássaros. É indispensável que o produto seja pulverizado nas paredes e estantes. O SBP também pode ser usado, contudo, como se volatiliza rapidamente, o risco de reinfestaçâo é maior.

20 - PIPOCAS DAS PATAS
Sintomas: inchação das juntas e furúnculos nas patas.
Tratamento: Aplicar pomada Nebacetin até a cura e dar na água 5 gotas de Benzitrat.

21 - STREES
Sintomas: O pássaro fica sonolento, abatido. Muito especialmente ao retornar de
exposições ou viagens longas. Tumulto dentro do canaril provoca agitação nos pássaros, causando-lhes stress.
Tratamento: administrar vitaminas: Potenay 812, ou Vita Gold (5 gotas no bebedouro) e farinhada reforçada com Rosivolt, maça, verdura e jiló.

22- INFERTILIDADE
Sintomas: ovos claros, o pássaro não entra em forma para reprodução. A fêmea recusa sempre o macho ou vice versa.
Tratamento: vitaminas e alimentação sadia devem ser oferecidos aos pássaros para que na época da reprodução estejam em forma. E recomendável adicionar em 1 quilo de farinhada seca 2 gramas de Vitamina "E" em pó.

23 CANDIDIASE
Sintomas: Penas arrepiadas, falta de apetite, dificuldade para ingerir alimentos, vômitos e às vezes diarréia.
Tratamento: Assim que aparecer os primeiros sintomas, bons resultados são
conseguidos com Micostatin (1 gota no bico) e 8 gotas no bebedouro. Nizoral (1
comprimido transformado em pó adicionado a 1 quilo de farinhada seca) também
produz bom efeito.

24 COCCIDIOSE
Sintomas: A cossidiose raramente provoca mortes rápidas. As penas ficam eriçadas, a ave fica abatida surgindo 0 osso do peito saliente, chamado de peito de falcão. Desidratação e diarréia com fezes com estrias de sangue ou de coloração bem escura.
Tratamento: Vetoco, Coccirex e Amprolium. Os medicamentos devem ser ministrados de acordo com as bulas. Recomenda-se adicionar a farinhada complexo vitamínico e Hidrax ou Pedyalite.

25 ASPERGILOSE RESPIRATÓRIA
Sintomas: O tratamento é difícil; o ideal é prevenir tratando as sementes com um
alumino silicato (seqüestraste). De qualquer forma a cura pode ser tentada com Ancotil na dosagem de 120 a 250 mg por quilo de farinhada seca, oferecida por 3 dias. Movimento de cauda acompanhando a respiração, abrir e fechar do bico com muita freqüência. A respiração em alguns casos é bastante ruidosa.
Tratamento: Não há tratamento satisfatório com medicamentos específicos, contudo, algum resultado pode ser conseguido com NF 180 (2 g para 1 quilo de farinhada seca) e complexo vitamínico para melhorar a resistência.

26 ÁCAROS RESPIRATÓRIOS
Sintomas: acesso asmático repentino, porém mais freqüente à noite e à tardinha, ou depois de se alimentar. Respiração penosa, sibilante, com assobio. Acesso de tosse com expectoração contento muitas ácaros. Plumagem em desalinho, abertura do bico sincronizado com os movimentos respiratórios. Após as crises, os pássaros voltam ao estado de aparente normalidade. A presença de ácaros respiratórios Sternostoma Traqueacolum - ocorre, em maior ou menor grau, na maioria dos criadouros.
Tratamento: isolar o pássaro doente. Desinfetar as gaiolas todos os dias com solução Biocid na proporção 2 ml por litro de água. Aplicar vacinação adotando o processo de arrancar algumas penas da coxa do pássaro, esfregando, levemente, uma gota de Ivomec. A medição deve ser repetida 15 dias após e na segunda aplicação da vacina não havendo melhora do pássaro, o mesmo não está acometido de ácaros, devendo ser tentado outro tratamento.

27 - CARÊNCIA DE VITAMINAS
Sintomas: falta vigor, queda de penas fora de época e falta de apetite. Os machos não cantam e de modo geral pássaro fica adormecido durante o dia no fundo da gaiola.
Tratamento: oferecer 5 gotas de Potenay B12 ou Vita-Gold em bebedouro de 60 ml de água, diariamente. Alternar com Ferro SM no bebedouro por período de 15 a 20 dias. Alimentação enriquecida com maça, jiló e verduras em dias alternados durante 30 dias. Banhos nos dias quentes e sol durante 15 minutos no horário da manhã. A farinhada com ovo cosido não deve faltar.

LEMBRE-SE, PROCURE SEMPRE A ORIENTAÇÃO DE UM VETERINÁRIO!
UM BOM DIAGNÓSTICO É SEMPRE O CAMINHO MAIS CURTO PARA A CURA.

Desinfecção Ambiental do Criadouro

Palestrante: João Francisco Basile da Silva,
Clube Ornitológico de São Carlos-COSC
Juíz da OBJO
DESINFECÇÃO GERAL DO CRIADOURO:
    Utilizar SAIS QUARTENÁRIO DE AMONIA em solução, obedecendo as instruções do fabricante; SOLUÇÃO DE CLORO ou BIOCID.

DESINFECÇÃO PARA AS PARTES EXTERNAS DO CRIADOURO:
    Misturar: 50 ml de creolina, 2,0 Kg de cal ou cloro, 10 ml de BIOCID para 10 litros de água. 

PARA O PISO DO CRIADOURO, GAIOLAS. ÁGUA DE BEBER E VERDURAS: 
     Utilizar solução de BIOCID, seguindo instruções da embalagem. Na higienização do piso e paredes do criadouro, lavar com água e sabão. Após o enxague e secagem, aplicar solução de BIOCID e, quando estiver completamente seco, aplicar K-OBIOL ou K- OTHRINE em pó.
 
PARA OS EQUIPAMENTOS:
     Tudo o que é usado na criação, como bebedouro, bacias, puleiros, peneiras, etc... deve ser desinfetado periodicamente. Por exemplo, uma peneira usada no preparo da farinhada, por mais limpa que aparentemente esteja, contém resíduos ricos em nutrientes que darão origem ao desenvolvimento das mais diversas bactérias e fungos, devendo, portanto, assim como os demais utensílios e acessórios, ser desinfectada uma vez por semana.

BEBEDOUROS:
     Além da troca diária da água, devem ser desinfetados uma vez por semana, permanecendo de molho numa solução de água com cloro por 8 horas, na seguinte proporção: cloro líquido 10 ml / 5 lt de água - cloro em pó (granulado) 1 g / 10 l de água. Para tal procecedimento, é aconselhavel 2 jogos de bebedouros. 

POLEIROS:
     Deverão ser raspados pelo menos uma vez por mês e colocados numa solução,
conforme indicação para os bebedouros. Depois da desinfecção, os poleiros deverão ser secados no forno (normal ou microondas) para eliminação da umidade concentrada no centro da madeira, que passará para os pés dos pássaros quando estes permanecerem estáticos durante a noite, podendo ocasionar o aparecimento de fungos. No microondas o tempo poderá ser de 5 minutos aproximadamente (citado apenas como referência). Tal como os bebedouros, é necessário poleiros de reserva.

GRADES:
    Após lavagem com água e sabão, devem ser imersas em solução de cloro ou BIOCID durante 7/8 horas. O segundo produto é mais eficiente.

NINHOS:
     A parte plástica é de fácil desinfecção, procedendo-se como o indicado para os bebedouros e poleiros. O forro (de corda, crochê, etc.), entretanto, é a parte que requer maior atenção, devendo, após a lavagem normal e secagem ao sol, ser desinfetado e levado ao forno. Usa-se o BIOCID para a desinfecção. O ideal seria que fossem usados forros descartáveis. A estopa cortada em círculo e presa no fundo da parte plástica por um percevejo de centro para fora é aconselhável.
O saco de estopa, fornecido aos pássaros para a feitura dos ninhos, também deve ser desinfetado. O melhor método é o da fervura. após a secagem, passar a ferro para facilitar no momento do corte. Lembramos que os forros de corda não são aconselháveis devido à dificil limpeza e desinfecção total. Toda vez que o forro for colocado, deverá ser polvilhado com K-OBIOL ou K-OTHRINE para evitar o aparecimento de piolho. A fêmea ao se acomodar no ninho espalhará o pó. Quando esta coçar o ouvido seguidamente estará tentando expulsar os piolhos, que em desespero se esconderam do veneno. 

HIGIÊNE PESSOAL:
     Para a lavagem das mãos recomenda-se o sabonete de limpeza PROTEX, que é
bactericida. A limpeza das mãos, membros, sola do sapato, etc... são fundamentais, principalmente após a manipulação de pássaros doentes ou mortos, visitas a outros criadouros e exposições de animais, etc... Separar ou eliminar imediatamente os pássaros doentes ou irrecuperáveis é inevitável. Embora isto pareça cruel, deve-se ponderar que a saúde do plantel é o mais importante. Outro incoveniente, notado em alguns criadouros, é a colocação de embalagens de ovos de galinha nas proximidades dos pássaros. Essas embalagens poderão, na maioria das vezes ser veículos de bactérias, pois provém de condições pouco recomendáveis.

OVOS:
    Deverão ser cozidos por 20 minutos para que se livrem totalmente de possivéis
bactérias. As cascas serão de grande valia para o fornecimento de cálcio para os
pássaros. Devem ser administrados após trituração e mistura com areia esterilizada.

VAZIO SANITÁRIO:
    Consiste na desinfecção do criadouro uma vez por ano, retirando tudo do local (inclusive os pássaros) durante um mês, para quebrar o ciclo bacteriológico. Este é um procedimento de dificil execução, uma vez que a maioria dos criadores não dispõe de 2 compartimentos para separar os pássaros.

A selecionar casais

      Há muda de pena acabou para meus filhotes. Há alguns dias venho selecionando os melhores filhotes e estou a formar 21 casais para o ano de 2011.Sendo eles:

17 casais vermelhos ( nevado e intenso )

2 casais acetinado prateado

1 casal amarelo nevado

1 casal agata vermelho mosaico

sábado, 9 de abril de 2011

Dicas do Dia


Água - deve ser filtrada e trocada diariamente;
Bebedouros - devem ser automáticos, para evitar o contato das fezes com a água e lava-los diariamente;
Alimentos - não misturar no mesmo recipiente diversos alimentos, devem ser sempre frescos e as sementes servidas à vontade.

Quando filhotes atingem 16 dias e já ficam fora do ninho devem ser separados do casal por uma grade na gaiola para não serem depenados pela mãe que, desejando fazer novo ninho, procura nas penas dos filhotes o material necessário.

Os canários de pena longa possuem uma plumagem mais abastecida, fato que dá mais volume aos pássaros; enquanto os canários de pena curta tem uma plumagem mais comedida, achatada, que acentua bem sua forma.

Uma canário não deve incubar e tratar de mais de 3 ninhadas por estação reprodutiva. Entretanto, se seus ovos são entregues a amas, pode-se permitir até 6 posturas por ano.

Nos canários marrom oxidados (canelas), apresentam a máxima expressão da eumelanina marrom, aparecendo em toda a plumagem aonde não se encontram as estrias, e não impedindo a manifestação da cor de fundo sem prejudicar o desenho.

Não devemos acasalar exemplares misturando as mutações (Opal, Pastel, Acetinado, Feo, Asas-Cinza), pois sairão filhotes fora do padrão de cores exigido para concursos.

A limpeza e troca dos papeis do fundo das gaiolas devem ser feitas no mínimo três vezes por semana.

O olho vermelho é um caráter recessivo, portanto só se manifesta em homozigose (indivíduos puros).

Adquirir sempre aves do ano, pois há alguns criadores que recomenda iniciar a criação com aves com mais de um a dois anos, principalmente as fêmeas por formarem bem a parte do aparelho reprodutor.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Dicas do Dia


A fêmea, quando está prestes a botar ou algumas vezes no meio da postura, amanhece toda arrepiada quieta no chão ou no ninho, os olhos semicerrados.
Apalpando suavemente a região do abdômen da ave, perto da cloaca, pode-se perceber o ovo como que atravessado. Pegue a canária na mão e passe azeite de oliva ou óleo morno, na região da cloaca; massageie o local, segure a fêmea na mão, mantendo-a de costas, com o abdômen virado para cima. com o dedo indicador e polegar, localize o ovo e faça pressão suavemente e massageie de forma a induzir a parte rombuda do ovo para a cloaca.

Oxidação é a fixação do oxigênio em um corpo ou a combinação deste com um elemento. em todo corpo ou elemento onde entra o fator oxidação, este tende a mudar a cor anterior. Na plumagem do canário, a oxidação dá como resultado a cor marrom.

Durante a alimentação dos filhotes, por preferirem comida macia, as dejeções dos canários são mais úmidas e mais abundantes. Além do que, esses alimentos se deterioram mais rapidamente, razão pela qual não devem permanecer por mais de 12 horas à disposição dos pássaros.

sábado, 2 de abril de 2011

Fotos do canaril e filhotes 2010





Filhotes

Filhotes femeas

Filhotes machos

Filhote tomando banho

Filhotes a tomar banho

Alguns Machos Matriz

Antigo viveiro que ficava os filhotes

Novo viveiro para os filhotes
Alimentos, acessórios e medicamentos



Rações e acessórios